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    Escrito por Márcio Rocha às 23h01
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    Moradores do Açu querem terras de volta

     

    Com declínio de Eike, agricultores pedem terra desapropriada de volta; veja

    Silvana de Alvarenga Barreto enxuga as lágrimas e empertiga-se na poltrona estreita depois de contar que o marido faleceu no dia 5 de maio, logo depois de completarem 29 anos de casados.

    Ela está convicta de que Aloísio Barreto "morreu de tristeza" por causa das complicações da depressão que o atormentou desde 2011, quando perdeu suas terras.

    "O progresso sempre mexe com alguém, mas aqui só trouxe desgraça. Faz dois anos que tomaram a terra e não fizeram obra nenhuma", diz Assis, filho do casal.

    A indignação de Assis é a mesma da maioria das cerca de 300 famílias que tiveram as terras desapropriadas para a construção do complexo industrial do porto do Açu, no norte do Rio de Janeiro, o projeto mais ousado do empresário Eike Batista.

    Dos 70 quilômetros quadrados --7.000 campos de futebol-- desapropriados pela Companhia de Desenvolvimento do Rio de Janeiro (Codin), vinculada ao governo do Estado, só 10% estão ocupados por obras.

    A desapropriação, no entanto, está quase completa. Das 466 propriedades, 420 foram desocupadas, algumas com ajuda da polícia. Há na área várias casas demolidas e terrenos cercados com placas como "Propriedade privada da LLX", "Propriedade privada da Codin" e "Não ultrapasse". A LLX opera o porto.

    Com a derrocada de Eike, atolado em dívidas, os agricultores querem as terras de volta. As lideranças rurais preparam com auxílio de advogados uma ação popular, que vai pedir à Justiça a reversão das desapropriações por "desvio de finalidade", já que pouca coisa saiu do papel até agora.

    O projeto de Eike previa a instalação de siderúrgica, cimenteiras, termelétrica, um polo metal mecânico, um polo ferroviário, entre outras empresas. Eike chegou a dizer que a negociava a vinda de uma fábrica de produtos da Apple para o Açu.

    RAQUEL LANDIM

    Folha  de São Paulo 28/07/2013



    Escrito por Márcio Rocha às 23h00
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    País faz primeira cirurgia pouco invasiva para tratar doença cardíaca rara

     País faz primeira cirurgia pouco invasiva para tratar doença cardíaca rara

    Foi realizado, pela primeira vez no país, um procedimento não invasivo, por cateterismo, para tratar uma doença chamada túnel aorta-ventrículo direito.

    O Brasil é o segundo país a usar o cateterismo para tratar a doença --outra criança recebeu o mesmo tratamento na Índia, no ano passado.

    O procedimento foi feito em dezembro de 2010 em uma criança de um ano e quatro meses em Curitiba e foi apresentado neste ano nos congressos brasileiros de hemodinânica e cardiologia.

    Theo Marques/Folhapress
    Gustavo Menegacio dos Santos, 2, em sua casa em Colombo, Paráná
    Gustavo Menegacio dos Santos, 2, em sua casa em Colombo, Paráná

    O túnel é uma abertura entre a artéria aorta e uma cavidade do coração. Isso aumenta o fluxo de sangue para o ventrículo direito. A longo prazo, causa insuficiência cardíaca, pressão alta e atraso no desenvolvimento físico.

    A doença congênita é rara --há apenas 11 casos confirmados na literatura médica, todos em crianças. Dez foram tratadas com cirurgia aberta, e quatro delas morreram.

    Na técnica não invasiva um cateter é inserido na virilha e vai ao coração. Dentro do cateter há um plugue, que, como uma rolha, fecha o furo.

    Segundo Cassio Fon Ben Sum, residente de cardiologia pediátrica do Hospital Pequeno Príncipe, onde o procedimento foi feito, a técnica é segura e eficaz para esse tipo de problema congênito.

    A intervenção foi paga pelo SUS e o plugue foi doado pela empresa que o fabrica.

    "A cirurgia aberta seria mais difícil porque, na região afetada, estão as artérias coronárias, que são delicadas. Qualquer acidente poderia interromper o fornecimento de sangue no coração."

    A tendência é que o cateterismo seja usado em procedimentos cada vez mais complicados, segundo Carlos Pedra, médico intervencionista do HCor (Hospital do Coração). "A evolução da tecnologia e a miniaturização dos materiais permite abordar lesões muito complexas."

    Ele diz que, hoje, 70% das doenças cardíacas podem ser tratadas via cateterismo. Algumas, no entanto, não devem perder a indicação de cirurgia aberta, como a correção da inversão nas ligações da aorta e da artéria pulmonar com o coração.

    "Mas hoje esses pacientes podem ser tratados com um misto de cateterismo e cirurgia. Em vez de competirem, as duas trabalham juntas."

    CANSAÇO

    Com poucos dias de vida, Gustavo Menegacio dos Santos, de Colombo, no Paraná, tinha dificuldade para respirar, transpiração intensa, baixo peso e se cansava muito, principalmente após mamar.

    Feito o diagnóstico, os médicos esperaram um ano para intervir. "Há problemas similares que se resolvem sozinhos depois de um ano. Enquanto isso, iniciamos tratamento com remédios", diz Léo Solarewicz, coordenador do serviço de hemodinâmica do Pequeno Príncipe.

    A equipe então discutiu a possibilidade de fazer o tratamento não invasivo.

    "Os médicos disseram que seria melhor. Ele se recuperaria mais cedo e não sentiria muita dor", diz Tamara Menegacio, 20, mãe de Gustavo.

    Ela conta que ficou apreensiva pelo fato de o filho ser o primeiro no país a fazer o procedimento. Hoje, um ano após a operação, Gustavo não tem sintomas nem usa remédios. "Talvez ele não pudesse correr, seria uma criança sempre cansada. Hoje está bem, é um menino arteiro."

     Arte/Folhapress 

     

    Folha.com

    MARIANA VERSOLATO
    DE SÃO PAULO



    Escrito por Márcio Rocha às 19h29
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    Escrito por Márcio Rocha às 00h14
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    Petrobras monta supercomputador para acelerar pesquisa sísmica

    Petrobras monta supercomputador para acelerar pesquisa sísmica

                        

    A Petrobras possui um equipamento que vai aumentar em dez vezes a capacidade de processamento de imagens de áreas com potencial de produção de gás e óleo. É o Grifo04, um supercomputador que tem capacidade de processamento de 1 petaflop (1 quatrilhão de operações matemáticas por segundo). Ele vai estar no ranking dos 500 supercomputadores mais potentes do mundo, que é feito semestralmente pela empresa Top 500. Já é o mais veloz do Brasil.

    O Grifo04 foi projetado pela equipe de tecnologia da informação (TIC) da Petrobras, em parceria com a área de Exploração e Produção (E&P), e consome 90% menos energia que um supercomputador vendido no mercado atualmente.

    Além de maior precisão na prospecção de petróleo e gás, o Grifo04 também trouxe economia para a Petrobras. Se o supercomputador não fosse montado, seria necessário gastar R$ 180 milhões num novo Centro de Processamento de Dados. O custo do Grifo04 foi de R$ 15 milhões.

    A Petrobras é pioneira no uso dessa tecnologia na indústria do petróleo (começou em 2007, com seus técnicos publicando artigos internacionalmente). “O parque de computação de alto desempenho tem saltos tecnológicos a cada dez anos, e a nossa meta é acompanhar esses saltos”, conta o analista de sistemas Bernardo Fortunato Costa.



    Escrito por Márcio Rocha às 19h57
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    IFF assina convênio com a Universidade Petrobras

    IFF assina convênio com a Universidade Petrobras

    A Reitoria do IF Fluminense assina um novo convênio com a Universidade Petrobras, que irá beneficiar mais 1060 alunos dos cursos da área Industrial e Meio Ambiente de todos os câmpus do Instituto, além do Pólo de São João da Barra, na próxima quarta-feira, 09 de novembro, no Rio de Janeiro.
    Há um ano sendo trabalhado e discutido pela equipe da Extensão da Reitoria, o convênio terá a vigência de três anos, 2012 a 2014, no valor de R$9.935.379,00. Os alunos selecionados, através de edital a ser publicado ainda em novembro, irão receber uma bolsa de R$350 por mês.
    Para a Reitora do IF Fluminense, Cibele Daher, a ampliação do convênio vai dar mais visibilidade e reconhecimento à formação de jovens de outras regiões. “Essa ampliação é uma conquista não só pelo número de bolsas ofertadas, mas também porque vai além de Campos, Guarus e Macaé, atendendo alunos de outros municípios, abrindo caminho para que estes alunos possam iniciar estudos e pesquisas na área de Petróleo, Gás, Energia e Meio Ambiente.”, disse Cibele.
    O 1º convênio assinado, em execução pelo período de 2010-2012, contempla apenas os câmpus Centro, Guarus e Macaé. De acordo com o Pró-Reitor de Extensão, Eugenio Naegele, isso aconteceu porque quando se começou a discutir o convênio, em 2008, os novos câmpus ainda não estavam em funcionamento.
    Atualmente, 711 alunos são contemplados com a bolsa Universidade Petrobras. Com o novo convênio, serão 1771 estudantes do Instituto, no total. Para participar, o aluno tem que estar estudando no IFF por pelo menos seis meses e, em caso de reprovação, ele perde a bolsa.
    “Além de garantir a permanência do aluno no curso, possibilitando a sua formação, a bolsa também oportuniza melhores condições de estudo, além de incentivá-lo a fazer trabalhos de base científica”, explica Eugenio.
    De acordo com ele, o aluno contemplado tem que fazer um plano de estudo na área de Petróleo, Gás, Energia e Meio Ambiente a ser apresentado em forma de artigo, no final do curso. Ainda este ano, a Essentia Editora deve lançar a revista “Bolsista de valor”, com artigos de alunos já contemplados pelo programa.
    Além da ampliação no número de bolsas, o recurso para taxa de bancada também cresceu. Dos atuais R$2.115.750,00, o valor da próxima vigência do convênio será de R$3.280.025,00. Administrativamente, o convênio é executado pela Fundação Pró-IFF.
    “Os recursos de taxa de bancada são utilizados para visitas técnicas de alunos, diárias para viagens, compra de equipamentos e execução de serviços para a melhoria dos laboratórios dos cursos”, explica Eugenio.
    Com o novo convênio, serão contempladas 42 turmas da área Industrial e Meio Ambiente, havendo a possibilidade de alcançar mais de 60% dos alunos matriculados nos cursos dessas áreas.
    O aluno, Pablo Rangel, 18 anos, do curso de Automação Industrial do câmpus Campos-Centro, é um dos beneficiados pela bolsa, desde 2010. “A bolsa tanto ajuda na compra de material, como representa um incentivo para estudar mais. Além disso, o plano de estudo contribui para aumentar o nosso conhecimento na área”, garante.
    Para a Reitora, Cibele, a ampliação das bolsas mostra o compromisso do IFF. “A conquista de bolsas do Programa da Universidade Petrobras para mais três câmpus e para o Pólo de São João da Barra, e a renovação para aqueles que já constavam, representa o nosso compromisso concreto e decisivo para esta educação profissional e tecnológica integral e inclusiva”, afirma Cibele.


    Escrito por Márcio Rocha às 19h47
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    Petrobras contrata duas novas sondas para o pré-sal

    Petrobras contrata duas novas sondas para o pré-sal

                                   

           
    Duas novas sondas de perfuração a serem locadas na Bacia de Santos foram batizadas nesta sexta-feira (04/11), na Coreia do Sul. Parte de um lote de 12 sondas afretadas pela Petrobras, as unidades ODN I e ODN II são preparadas para águas ultraprofundas e vão entrar em operação no início de 2012. “Estamos comprometidos com o aumento da produção de petróleo no Brasil e esses dois navios são importantes para alcançarmos nossos objetivos”, afirmou o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo.
    Também participaram da cerimônia realizada no estaleiro DSME (Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering) o diretor de Exploração e Produção (E&P), Guilherme Estrella, o gerente executivo de Projetos de Desenvolvimento da Produção do E&P, Tuerte Rolim, e o presidente da Odebrecht Óleo e Gás, Roberto Ramos.
    As sondas são parte relevante na execução das ações que vão garantir o crescimento da produção de petróleo e gás natural prevista na estratégia da companhia para atingir 4,9 milhões de barris de petróleo por dia em 2020. O presidente Gabrielli enfatizou que a indústria de petróleo e gás continua demandando novas embarcações. Há oportunidades para construtores em áreas como o Golfo do México, Oeste da África e no Ártico. Mas o Brasil será o maior demandante. “Precisamos de 65 sondas como essas, 94 FPSOs e 568 barcos de apoio entre outros equipamento até 2020. A maior parte será construída no Brasil”, afirmou Gabrielli.



    Escrito por Márcio Rocha às 08h34
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    Santayana: Israel na rota de um Holocausto (nuclear)

    Santayana: Israel na rota de um Holocausto (nuclear)

    O Irã e a perigosa aposta de Israel


    por Mauro Santayana


    Não se trata mais de  hipótese: os falcões americanos e o governo britânico estão dispostos a apoiar  ação militar de Israel contra o Irã, embora grande parte da opinião pública israelita advirta que essa aventura é arriscada. Aviões militares de Israel  fazem manobras no Mediterrâneo e já se fala no emprego de mísseis de alcance médio contra o suposto inimigo. Seus líderes da extrema-direita, entre eles religiosos radicais, estimulam os cidadãos, com o argumento de que se trata de uma luta de vida ou morte.


    Toda cautela é pouca na avaliação política da questão de Israel. Em primeiro lugar há que se separar o povo judaico do sionismo e do Estado de Israel – que parece condenado a sempre fazer guerra. Como disse um de seus grandes pensadores, se todos os estados possuem um exército, em Israel é  o exército que possui o estado. É explicável que, com sua história atribulada e as perseguições sofridas, sobretudo no século 20, sob a brutalidade nazista, os judeus se encontrem na defensiva. Isso, no entanto, não autoriza a insânia de sua política agressiva contra os palestinos em particular, e contra os muçulmanos, em geral.


    A política belicista de Israel, alimentada pelos fundamentalistas, e estimulada pelos interesses norte-americanos, tem impedido a paz na região. Os palestinos são tão semitas quanto os judeus, embora muitos dos judeus procedentes da Europa  não sejam semitas em sua origem étnica, posto que convertidos a partir do século VIII. Os dois povos poderiam viver em paz, se o processo de ocupação da Palestina pelos judeus europeus tivesse seguido outra orientação. Mas o passado não pode ser mudado. Sendo assim, é tempo para o entendimento entre os dois povos – mas para parcelas das elites de Israel e seus patrocinadores americanos, a guerra é um excelente negócio. Sem a guerra, a receita de Israel – um território pobre de petróleo, tão próximo das mais pejadas jazidas do mundo – seria insuficiente para manter seu poderoso e bem remunerado exército e suas elites dirigentes, contra as quais começam a mover-se também os indignados, e com razão.


    Israel nasceu sob o ideal de um sistema socialista baseado na solidariedade dos kibbutzim, mas hoje não se distingue mais dos países capitalistas.  Os ensandecidos partidários da ação militar contra Teerã talvez imaginem que essa iniciativa tolha o reconhecimento do Estado da Palestina pela ONU, mas deixam de atentar para os grandes riscos da operação, apontados pelos judeus de bom senso. Em primeiro lugar há uma questão ética em jogo, que o mundo já medita há muito tempo: por que Israel pôde desenvolver as suas armas nucleares, e os outros países da região não podem investigar o aproveitamento do conhecimento nuclear para fins pacíficos? Em  visão mais radical, mas nem por isso contrária à ética: porque Israel dispõe de 200 ogivas nucleares e os outros países não podem dispor de armas atômicas? O que os faz tão diferentes dos outros? Se o Estado de Israel se sente ameaçado pelos vizinhos, os vizinhos também têm suas razões para se sentirem ameaçados por Israel.


    Façamos um rápido exercício lógico sobre as conseqüências de um ataque aéreo – que já não se trata de hipótese, mas de timing – de Israel às instalações nucleares do Irã. Como irão reagir a Rússia e a China e, antes das duas grandes potências, o que fará a Turquia? A Grã Bretanha, segundo informou ontem The Guardian, já está estudando participar de uma expedição contra o Irã e só o governo dos Estados Unidos – exceto alguns falcões  – está relutante. Haveria, assim, uma aliança inicial entre Sarkozy, Cameron e Netanyahu contra o Irã. Talvez os europeus e os próprios norte-americanos vejam nesse movimento uma forma de superar o acelerado descontentamento de seus povos contra a submissão dos estados aos banqueiros larápios. O encontro de um bode expiatório, como parece a propósito a antiga Pérsia, poderia ser uma forma de buscar a unidade interna de ingleses, franceses, norte-americanos – e judeus. É ingenuidade imaginar que o provável ataque se concentrará nas instalações de pesquisa nuclear. Uma vez iniciada a agressão, ela não se limitará a nada, e se repetirá o holocausto da Líbia, com seus milhares de mortos e feridos, em nome dos “direitos humanos” dos ricos.


    O mapa geopolítico de hoje é um pouco diferente do que era em 1948 e 1967, quando se criou o Estado de Israel e quando ele se ampliou para além das fronteiras estabelecidas pela comunidade internacional.


    É assustador pensar em uma Terceira Guerra Mundial, com novos atores em cena, entre eles  possuidores das armas apocalípticas, como a China, o Paquistão e a Índia. Diante da insanidade de certos chefes de Estado de nosso tempo, é uma terrível probabilidade – e com todas as   conseqüências impensáveis. 

    Artigo de Mauro Santayana no JB online:




    Escrito por Márcio Rocha às 23h36
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    Petrobras descobre petróleo no Golfo do México

    Petrobras descobre petróleo no Golfo do México
    3 de novembro de 2011
          
         
         
    A Petrobras comunica uma nova descoberta de petróleo na extremidade sudoeste da área de concessão Walker Ridge, localizada em águas profundas na porção norte-americana do Golfo do México. A descoberta confirma o potencial do Terciário Inferior nesta área.
    A descoberta de Logan encontra-se a cerca de 400 km (250 milhas) ao sudoeste de Nova Orleans, em uma lâmina d’água de aproximadamente 2.364 metros (7.750 pés). A descoberta foi feita através da perfuração do poço WR 969 #1 (Logan #1), no bloco WR 969. Novas atividades exploratórias definirão os volumes recuperáveis e a comercialidade de Logan.
    A Statoil é a operadora do consórcio, com participação de 35%. A Petrobras América Inc., uma subsidiária da Petrobras com sede em Houston, Texas, detém 35%, enquanto a Ecopetrol America e a OOGC detêm participações de 20% e 10%, respectivamente.
    A Petrobras no Golfo do México
    Ocupando uma posição de liderança global em operações em águas profundas, a Petrobras tira proveito da experiência e da tecnologia que desenvolveu em suas operações marítimas no Brasil.
    No Golfo do México, a Companhia é a operadora dos campos de Cascade (100%) e Chinook (66,7%) e detém participação nas descobertas de Saint Malo (25%), Stones (25%) e Tiber (20%), todas contendo importantes reservas de petróleo no Terciário Inferior. Além disso, a Petrobras tem participação nas recentes descobertas de Hadrian South (23,3%), Hadrian North (25%) e Lucius (9.6%), todas com importantes reservas de petróleo e no Mio-Plioceno.
    A Petrobras detém outras áreas de concessão exploratória nesta região, que serão testadas posteriormente e expandirão as operações da Companhia no Golfo do México.


    Escrito por Márcio Rocha às 00h23
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    R$ 9 bi para juros ou R$ 2 bi para a Petrobras?

    R$ 9 bi para juros ou R$ 2 bi para a Petrobras?
             
    O jornal Brasil Econômico publicou terça-feira  uma matéria que ajuda a entender com clareza porque o governo autorizou o aumento de R$ 0,109 no preço da gasolina, compensando-o, ao mesmo tempo, com uma redução idêntica na Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, de forma a não provocar efeitos sobre o preço final de venda nas bombas de combustível. Porque muita gente não entendeu e achou que isso seria “trocar seis por meia-dúzia”. E não é.

    A repórter Eva Rodrigues explica, ouvindo economistas, que um aumento de 10% no preço da gasolina (é isso que aqueles quase onze centavos representam sobre o preço de R$ 1,09 pelo qual era vendida a gasolina nas refinarias da Petrobras), se replicado em toda a cadeia de comercialização, representaria uma elevação de 0,3 a 0,4% no IPCA, que é o índice oficial da inflação.

    A matéria informa que a redução da Cide acarretará uma perda de arrecadação da ordem de R$ 2 bilhões, neste final de 2011 e em 2012.

    Agora, vem o que a matéria não conta.

    O repique inflacionário causado por um aumento da gasolina, em tese, impediria uma nova redução de 0,5% na taxa pública de juros que, como se sabe, é função, também, do nível de inflação acumulado.

    E cada ponto percentual na taxa Selic significa, em um ano, que o Governo terá de pagar R$ 17 bilhões de juros por seus títulos, seja nos indexados a ela, seja nos indexados à inflação.

    Meio ponto percentual, portanto, além de seu impacto sobre a atividade econômica, representaria um dispêndio superior a R$ 9 bilhões, no restinho de 2011 e no ano de 2012.

    Quatro vezes e meia o que deixará de arrecadar com a redução da Cide.

    E como o dinheiro que não se recolherá com a alíquota menor de Cide vai para a Petrobras, reativa seus investimentos, anima a economia e ainda gera lucros e dividendos que cabem, na maioria, à própria União, seu acionista majoritário, é fácil perceber as vantagens da decisão do Governo. Em números, uma economia de algo na casa de R$ 7 bilhões até o fim de 2012.

    Alguém pode perguntar porque, se o objetivo era esse, não deixar como estavam os preços da petrobras e simplesmente reduzir a Cide, baixando o preço nas bombas e produzindo o efeito inverso: o de baixar a inflação e, como isso, os juros.

    Dois simples motivos.

    O primeiro deles, qualquer um sabe: subir preços é mais fácil do que baixá-los com reduções de tributos. Ou alguém viu algum preço baixar com o fim da CPMF?

    O segundo é que receita, na Petrobras, é predominantemente investimento e não distribuição de lucros. E investimentos, dentro de um plano de negócios que mobiliza nada menos de US$ 224 bilhões em quatro anos, é produção, emprego, renda, multiplicação de cadeias de suprimentos.

    Numa palavra: desenvolvimento para o Brasil.

    Do Blog Tijolaço.com


    Escrito por Márcio Rocha às 21h22
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    Complexo Farol-Barra do Furado: Inea concede licença para instalação

    Complexo Farol-Barra do Furado: Inea concede licença para instalação

    O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) concedeu às Prefeituras de Campos e de Quissamã a licença de instalação que autoriza as obras de dragagem no Canal das Flechas, desde sua foz até 1.600 metros à montante (na direção da Lagoa Feia). As obras são o primeiro passo para viabilizar a implantação do Complexo Logístico e Industrial Farol-Barra do Furado, um empreendimento de mais de R$ 500 milhões, que contará com três estaleiros, um terminal de combustíveis e base para apoio às plataformas de petróleo e um moderno terminal pesqueiro. A licença autoriza também, o início simultâneo da construção do complexo portuário, que terá capital estrangeiro, com grupos de empresas brasileiras, coreanas e norte-americanas.

    No Canal das Flechas, as intervenções serão executadas pelo Consórcio Campos/Quissamã. As intervenções compreendem a restauração do leito do canal, a conclusão dos molhes de pedras que servirão de guia da corrente marítima e também a realização das obras do by pass, que compreendem a transposição de grande volume de areia da área assoreada na margem direita do canal, no lado de Quissamã, para a região da margem esquerda, que pertence a Campos.

    O secretário de Obras e Urbanismo de Campos, César Romero, informou que a licença de instalação de número IN 17.772 tem validade até 31 de maio de 2014, para as intervenções no canal, com o objetivo de restaurar o leito e concluir as duas guias da corrente marítima (popularmente chamadas de espigões) que ficaram por serem concluídas desde a década de 70 pelo Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS) e o bay pass.

    - Esta licença é o sinal verde para que as empresas que venceram as licitações e formaram o consórcio Odebrecht/OAS/Queiroz Galvão possam executar as obras de infraestrutura. Temos no local, engenheiros da Austrália, que dominam a tecnologia do sistema by pass, que impedirá o assoreamento do canal por onde, após a restauração do leito, vão sair e entrar os navios, rebocadores e os barcos de pesca - ressalta César Romero.

    O Complexo Portuário e Logístico Farol-Barra do Furado representa investimentos da ordem de R$ 130 milhões, dos quais R$ 50 milhões foram obtidos em 2010 pela prefeita Rosinha Garotinho no PAC 2, diretamente com a então ministra da Casa Civil e o então ministro dos Portos, Pedro Brito, na gestão do então presidente Lula. No acordo, Campos custeará R$ 70 milhões das obras com royalties do petróleo, Quissama, R$ 30 milhões, o governo do Estado R$ 40 milhões e o governo federal R$ 50 milhões.
       
    As empresas que vão iniciar suas obras paralelamente à preparação do Canal das Flechas são o estaleiro coreano STX, a norte-americana Edison Chouest (apoio offshore) e o grupo brasileiro Alusa Galvão. Os estaleiros Eisa e Cassinú também já obtiveram licença e vão iniciar as obras.

    Por Jualmir Delfino



    Escrito por Márcio Rocha às 22h51
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    Primeiro Parque Eólico da Petrobras entra em operação comercial

    Primeiro Parque Eólico da Petrobras entra em operação comercial

    A Petrobras informa que as usinas Potiguar, Cabugi, Juriti e Mangue Seco, que compõem o Parque Eólico de Mangue Seco, já estão operando comercialmente no Rio Grande do Norte. Com investimento de R$ 424 milhões, o primeiro Parque Eólico da Petrobras entrou em operação comercial oito meses antes do compromisso assumido com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

    Os contratos de venda de energia para as usinas foram ofertados no primeiro leilão de energia eólica, realizado em dezembro de 2009 e são válidos por 20 anos. O certame de 2009 previa que a energia gerada pelas usinas seria disponibilizada para o Sistema Interligado Nacional em 1º de julho de 2012, mas a Petrobras antecipou o cronograma e todo o parque eólico está em operação comercial desde esta terça-feira (1º de novembro), com a entrada em operação da última usina, a Juriti. A usina de Potiguar está em operação comercial desde 26 de agosto de 2011 e as usinas de Cabuji e Mangue Seco, desde 24 de setembro de 2011 e 6 de outubro de 2011, respectivamente.

    Localizadas no entorno da Refinaria Potiguar Clara Camarão, às margens da Rodovia RN 221, em Guamaré, as usinas são constituídas por 52 aerogeradores de 2 megawatts (MW) cada. Estas características fazem com que o Parque Eólico de Mangue Seco possua a maior capacidade instalada no país com este tipo de aerogerador (104 MW), suficientes para suprir energia elétrica a uma população de 350.000 habitantes.

    Cada aerogerador, com um peso de cerca de 300 toneladas, é composto por uma torre de concreto e aço de 108 metros de altura e um conjunto de três pás de fibra de vidro, com 42 metros de comprimento. O sistema de transmissão de cada unidade é constituído de uma rede de distribuição interna de 34,5 quilovolts (kV), uma subestação elevadora de 34,5/138 kV e de uma linha de transmissão de 138 kV.

    A usina Cabugi foi construída em parceria com a Eletrobrás; a usina Mangue Seco, em parceria com a Alubar Energia; e as usinas Potiguar e Juriti, em parceria com a Wobben WindPower. A implantação do Parque Eólico de Mangue Seco está alinhada com a estratégia da Petrobras de se consolidar como uma empresa de energia, apresentando elevado conteúdo de responsabilidade ambiental, gerando energia elétrica com fonte limpa e renovável.

    2 de novembro de 2011



    Escrito por Márcio Rocha às 14h42
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    Indústria do petróleo vai precisar de 212 mil trabalhadores até 2014

    Indústria do petróleo vai precisar de 212 mil trabalhadores até 2014, segundo Prominp

    São Paulo – A indústria do petróleo e gás deve contratar, pelo menos, 212 mil trabalhadores nos próximos três anos. A estimativa é do consultor da coordenação do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), Marco Antonio Ferreira.

    Ferreira participou hoje (1º) de um debate sobre o pré-sal na sede da Federação das Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp). Segundo ele, o Prominp fez no ano passado um estudo para saber qual a demanda de mão de obra da indústria do petróleo até 2014. O estudo apontou que pelo menos 212 mil vagas de emprego serão abertas no setor. “Essas são as lacunas que verificamos em nosso plano de negócios”, disse.

    O Prominp é um programa do governo federal criado para treinar trabalhadores para atuar no setor de petróleo e gás natural. Ferreira explicou que a coordenação do programa levanta os investimentos programados e estima quantos trabalhadores serão necessários para que os projetos sejam executados.

    Quando a demanda é detectada, o Prominp promove cursos de qualificação, que treinam os trabalhadores para que estejam aptos a trabalhar nos projetos programados. De acordo com Ferreira, 78 mil trabalhadores já foram qualificados desde 2006. Número que deve aumentar por causa do desenvolvimento da cadeia do petróleo.

    O consultor do Prominp disse, inclusive, que a própria estimativa do programa está sendo revisada devido aos investimentos previstos para exploração do pré-sal. Segundo ele, a demanda por trabalhadores “deve ser bem maior do que a que estava estimada.”

    O presidente da Associação Brasileira das Empresas do Setor Naval e Offshore (Abenav), Augusto Mendonça, também declarou que o setor de construção e reparação de navios demandará muitos trabalhadores devido à exploração do pré-sal. De acordo com ele, os estaleiros brasileiros, que atualmente empregam 56 mil trabalhadores, devem empregar 100 mil até 2020. “O país vive um momento mágico”, disse Mendonça, sobre as perspectiva para o setor naval. “Vamos contratar desde soldadores e auxiliares, até engenheiros navais e pessoal da área administrativa”, declarou.

    01/11/2011

    Vinicius Konchinski
    Repórter da Agência Brasil



    Escrito por Márcio Rocha às 14h32
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    Tonico e Goytacaz no Corujão do Esporte da Globo

    Tonico e Goytacaz no Corujão do Esporte da Globo

    Mais uma vez, Tonico não perdeu a oportunidade de mostrar seu amor ao clube.:foto Reprodução twitter

    O programa “Corujão do Esporte” da Rede Globo, apresentado por Tande, recebeu nesta sexta-feira (28/10) o presidente do Vasco, Roberto Dinamite, e o ator Tonico Pereira, o Mendonça de “A Grande Família” e torcedor fanático pelo Goytacaz.

    Na oportunidade, Tonico falou mais uma vez da sua paixão pelo clube e da torcida alvianil, considerada a 5º maior do estado do Rio. Lembrou do período que fez parte das divisões de base no clube e do parentesco com Ary de oliveira e Souza, que dá nome ao estádio do “mais querido”.

     Mais uma vez, o alvianil da Rua do Gás esteve presente em um programa da emissora, mostrando a força que a marca do clube pode alcançar. Confira o programa completo logo abaixo.

     

     


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    Escrito por Márcio Rocha às 10h15
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    Petrobras vai contratar 15 mil até 2015

    Petrobras vai contratar 15 mil até 2015

    A Petrobras vai contratar cerca de 15 mil profissionais nos próximos quatro anos, ampliando o número total para 76 mil funcionários até 2015. O anúncio foi feito nesta sexta feira na 2ª Feira da Carreira Pública, voltada para universitários, no Centro de Convenções SulAmérica, na Cidade Nova. A empresa tem cargos de níveis Médio e Superior, com os salários iniciais que chegam a R$ 6 mil.

    As contratações vão ocorrer devido às descobertas de novos campos de petróleo em grandes profundidades no litoral brasileiro, o chamado Pré-Sal. Por conta disso, a procura da empresa por mão de obra qualificada tem sido intensa e está diretamente ligada à grande expansão da carteira de projetos da instituição. A estatal têm feito uma média de duas seleções a cada 12 meses, e a previsão é de que sejam feitas 7 mil contratações até 2013 e 15 mil até 2015.

    “Entrar na Petrobras é um desafio que vale a pena. As possibilidades profissionais são enormes, não são restritas às carreiras ligadas ao petróleo. O nosso desafio é ser referência internacional no segmento de energia e gestão de pessoas, tendo os recursos humanos como maior valor”, afirmou Wilson Lanzarini, consultor e professor dauniversidade corporativa, que participou da palestra.

    Além de salários atraentes, se comparado ao mercado, a petrolífera mantém benefícios para os funcionários, como incentivos educacionais, convênios habitacionais, empréstimo consignado, assistência multidisciplinar de saúde. “Posso dizer com firmeza que é uma das empresas que mais investem na formação das pessoas”, ressalta Lanzarini.

    Com as informações – O DIA

    Por Rodrigo Cintra



    Escrito por Márcio Rocha às 08h31
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